“Me deixa voar, me deixa rir, deixa a emoção me descabelar e me arrancar do status quo. Sou do mundo, sou itinerante, minhas raízes fincam no amor e o amor está em tudo. Sou tão simples, tão complexa, que preciso encontrar cada pedacinho de mim mesma em cada canto desse universo, por isso, estou sempre em movimento. Busco novos horizontes, inversos, transversos e do jeito que o vento me levar.” (Juliana Góes)
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18 de outubro de 2010
(...) se entregou ao vento Sentiu-se livre (...)
"Veio de manhã molhar os pés na primeira onda Ela acordou cedo para saudar o sol, enquanto molhava os pés na beira da praia, sentia um carinho entre os dedos junto a um arrepio na espinha. Era ele. Abriu os braços devagar e se entregou ao vento Sentiu-se livre, fechou os olhos e abraçou a (…)"
(Teatro Mágico)
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Senti esse doce arrepio na entrega da sua escrita.
ResponderExcluirGostei de tudo o que li e voltarei.
Beijinho
Que lindo Lili!
ResponderExcluir...e se entregou ao vento Sentiu-se livre...
Obrigada pelas visitas no Dagboek!
te adoro!
beijos
suas postagens são repletas de encanto
ResponderExcluirbeijos de boa noite!!
tatapalavrasaovento.blogspot.com