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21 de setembro de 2010

Paixão Platônica

Ele sempre a olhava ficava admirando-a,
Ela tímida, seu rosto enrubescia.
Suas palavras sempre doces e gentis,
Ela sem jeito nada dizia.
Enviava-lhe poemas, frases e cartas de amor,
Ela não podia acreditar que tamanho sentimento pertencia a ela.
Seus olhos azuis fixavam-se nos olhos castanhos dela.
Numa noite de lua cheia, não puderam mais se conter houve uma entrega total, beijos apaixonados, lágrimas de emoção...
O desejo de ambos era somente um, esquecer o mundo lá fora e que o tempo parasse naquela noite.
Ele apaixonado, ela com medo, dividida entre razão e emoção.
A alma machucada, cheia de feridas ainda abertas fez com que ela se acovardasse, abandonasse essa paixão platônica e livre voasse.



(Lílian Neves)